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Eu sei que hoje  fazer parte de redes sociais é importante. Até na hora de arrumar emprego os headhunters vasculham as redes, é um item considerado na empregabilidade das pessoas.

Para algumas profissões estar plugado e navegando sem parar também é importante, faz parte do trabalho. É, ok, vamos lá.

Eu gosto da Internet, das redes sociais. Mas, confesso que a quantidade de convites que eu recebo para fazer parte de novas redes, me irrita. Já recebi alguns de redes de outros países que eu nem entendi direito de onde eram.. ;c)

Assim como também me irrito em atualizar perfis e tal com frequência. Me sinto enrolada nos fios dessas teias, dessas redes e de vez em quando é difícil de escapar deles. Até mesmo porque o meu trabalho exige muita pesquisa, ficar por dentro de alguns assuntos.

Estou em umas quatro redes, tento ter um blog e tal. E acho que já está bom demais amigos, já é o suficiente. Sinceramente eu não dou conta de tudo isso…

É, eu quero conhecer pessoas, trocar ideias, reencontrar amigos, mas não quero que isso se torne um vício, uma dependência, nem quero postar cada passo da minha vida no Orkut, por exemplo.

Eu acho minha vida interessante sim, mas para mim. ..rs….

Não quero entrar na onda dos que não vivem sem internet e celular, que acabam criando uma dependência que invade a vida e fica completamente fora do lugar.

Eu tenho uma amiga que tudo que ela faz, registra e posta.  A filha faz aniversário? Está no Orkut. Fez um churrasco no fim de semana? Está no Orkut. Está com frio? Vai para o Twitter. O marido está aprendendo a tocar violão? Vai para o You Tube…rs…

Me espanto com tamanha exposição, me faz pensar porque temos essa necessidade de mostrar ao mundo o que estamos fazendo e me faz pensar o pior também, o que as pessoas que veem o que fazemos, vão fazer com essas informações sobre as nossas vidas? Tem tanto golpe mirabolante rolando por aí.

E por outro lado, tenho um amigo que não tem celular! Ele diz que ter uma conta de e-mail já está bom demais e que só tem porque é ferramenta de trabalho, senão nem isso ele teria. Não sei como ele consegue, acho que vou pedir umas dicas.

Fazendo uma pesquisinha básica no Google…rs.., descobri centenas de pessoas que estão um tanto quanto de saco cheio da Web, dos blogs cheios de idiotices, das pessoas que fazem tudo para aparecer, dos spams, de notícias medíocres, de videos idiotas. Tem até uma galera que defende que a web vai ficar tão insuportável que vamos usá-la só para receber e enviar e-mails, assistir tv digital e fazer umas pesquisas.

Não sei se é por aí, mas eu tenho ouvido e visto cada vez mais pessoas falando de uma “síndrome da falta de informação”, em que a pessoa não consegue mais ficar longe da Internet. Outros falam da “síndrome do excesso de informação”, daqueles que não suportam mais tanto twitter e blá, blá, blá inútil.

Eu “tô” tentando ser mais PSDB, ficar no meio termo. Mas, hoje, por exemplo,  confesso que está difícil…Alguns amigos me enviaram convites para participar de mais quatro redes sociais…uhhh! E, claro, recusei, sem dó…rs….

Falando em coisas medíocres que a gente vê por aí…É, realmente, em casos assim, a internet enche o saco.

Annoying Orange

Esta é para compartilhar. Entre no You Tube e veja a sacada desse cara. Parece que ele não tem mais nada para fazer na vida. Mas, o resultado final é hilário.

Além de virar suco, ir parar numa salada de frutas ou prato de feijoada, o que mais poderia acontecer na vida de uma laranja? Veja a resposta aqui…

Ô Psit!

É o meu primeiro post. A minha intenção é fazer deste blog um espaço para expor um pouco do meu trabalho, falar sobre jornalismo, sobre o que me incomoda, compartilhar coisas legais, trocar infos e percepções. Gosto muito de pessoas e suas histórias e espero conhecer várias por aqui.

Resolvi colocar o “da poltrona”, porque é dela que estou observando e teclando sobre o que acontece na mídia, na vida. Espero me juntar a outros que sejam psits, mas que não fiquem só observando e queiram escrever sobre vários assuntos também.